Governo federal, empresários do
agronegócio, movimentos sociais, ONGs e inúmeros outros atores apresentam visões
distintas, no que se refere ao agrocombustíveis. “Uns entendem a produção dos agrocombustíveis como forma de inclusão
social, de responsabilidade socioambiental e como alternativa de crescimento
econômico. Outros a encaram como atividade que promove concentração de terras,
homogeneização do espaço, supressão de matas nativas, deslocamento de moradores
rurais e competição com o plantio de alimentos”, explica Doralice, professora da Universidade.
https://www.ufmg.br/online/arquivos/009949.shtml
Na realidade os dois pontos de vista estão corretos, pois apesar da melhora na vida das pessoas e do meio ambiente (combustível menos poluente), haverá um impacto ambiental importante, entretanto, pode ser recompensado pelo manejo do plantio e pelo reflorestamento.

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